Infraestrutura

Portos

Situado a 40 quilômetros de Fortaleza, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) possui um dos principais portos de exportação do país com terminal offshore e calado natural de 18 metros. Está apto a receber, inclusive, navios do tipo Post-Panamax. O Complexo Industrial e Portuário do Pecém abriga, ainda, a única Zona de Processamento de Exportação (ZPE), primeira a operar no Brasil e com tributação diferenciada.

O Ceará conta também com o Porto do Mucuripe, localizado em Fortaleza, um dos principais portos de cabotagem do Brasil, detentor de um novo terminal de passageiros capaz de receber grandes navios de cruzeiro. Os portos do Ceará são a última parada dos navios do Brasil para o exterior. O potencial logístico aéreo é outro destaque.

Aeroportos

O Aeroporto Internacional Pinto Martins embarca, atualmente, 6,3 milhões de passageiros por ano com uma operação de 53.133 voos/ano. Com a chegada da gigante operadora Fraport para administrar o equipamento, estima-se que até 2047 o número de passageiros possa chegar a 29,2 milhões por ano.

Juazeiro do Norte, Jericoacoara e Aracati são outras localidades com aeroportos implantados. O Ceará conta ainda com terminais aéreos em Campos Sales, Crateús, Itapipoca, Limoeiro do Norte, Russas, Sobral, Camocim, Canindé, Iguatu, Quixadá, São Benedito e Tauá.

Trinca de HUBs

O Ceará detém três projetos considerados estratégicos para o Estado, mais conhecidos como “trinca de hubs”: o das empresas aéreas Air France-KLM-GOL; a parceria com entre os Portos do Pecém e Roterdã, que vai transformar o Estado em um hub portuário; e o hub dados viabilizado pelo lançamento do cabos SACs e Monet, da multinacional Angola Cables, ligando o Ceará à Africa e aos Estados Unidos por meio de cabo de dados.

AÉREO

MARÍTIMO

DADOS

Transnordestina

 

 

A ferrovia Transnordestina, maior obra linear em execução no Brasil, tem 1.753 km de extensão em linha principal, passando por 81 municípios, dos quais 28 no Ceará. A ferrovia parte de Eliseu Martins, no Piauí, em direção aos portos do Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco. O projeto realiza o antigo sonho de integração nacional, além de incentivar a produção local e promover novos negócios. A ferrovia terá capacidade para transportar 30 milhões de toneladas por ano, com destaque para granéis sólidos (minério e grãos). Ao promover a integração, a Transnordestina se consolida como um elo fundamental para dinamizar a economia do Nordeste e aproximar o Brasil dos principais mercados mundiais.